Terapia em Grupo para Obesidade e Transtornos Alimentares – Cristiane Martins

Terapia cognitivo-comportamental em grupo

Ajudo mulheres a enfrentarem juntas o que sempre tentaram sozinhas

São dois grupos terapêuticos, conduzidos por mim do primeiro ao último encontro: um com foco em emagrecimento; o outro com foco em compulsão alimentar. Nos dois, você encontra mulheres com vivências semelhantes e um objetivo em comum.

A candidatura não é uma matrícula. Toda participante passa antes por uma avaliação individual comigo.

Mais de 20 anos

de experiência clínica

Talvez você reconheça isso ...

Coisas que você sente, mas não diz em voz alta

Se alguma dessas frases parece ter saído da sua cabeça, você está no lugar certo. 

É tudo culpa minha

Não é a comida em si. É o arrependimento que vem depois, a promessa de que amanhã vai ser diferente, a culpa de ter falhado de novo comigo mesma. Eu carrego o peso dos meus erros há muitos anos.

Por que eu não consigo fechar a boca?

Já ouvi isso do marido, da minha mãe, de gente que nunca esteve no meu lugar. Já ouvi que é falta de força de vontade, de vergonha na cara. E o pior é que uma parte de mim acredita.

A comida é mais forte do que eu

Começo com um pedaço, e sem perceber o pacote está vazio. Depois de tantos anos, já não confio que posso ter certas comidas dentro de casa. Eu sei que não tenho controle.

Na segunda eu recomeço

…  e na quarta fracasso. É uma luta desgastante que não termina e a exaustão de saber que vou viver neste ciclo infinito pesa mais do que aquele número na balança.

Só a comida me traz alívio

Depois de um dia difícil, é ela que me acolhe. Sinto um alívio imediato, mas dura pouco e o arrependimento me acompanha pelo resto do dia. Mesmo sabendo disso, na próxima noite eu sei que farei de novo.

Eu não tenho mais jeito

Cada tentativa fracassada virou uma certeza sobre mim: sou fraca, sou assim desde criança, não adianta nem tentar porque a qualquer hora vou estragar tudo. Passei a vida esperando a motivação para mudar, e ela nunca veio.

Nada disso é fraqueza. É um comportamento que foi aprendido — e o que foi aprendido pode ser mudado.

Por que em grupo?

Acolhe sem julgamento, reduz a culpa, amplia as alternativas, renova a esperança e desenvolve habilidades num ambiente seguro e conduzido

Coisas que só acontecem quando várias mulheres com vivências semelhantes trabalham juntas

Você descobre que não é só você

Outra mulher descreve, em voz alta, exatamente o que você achava que era defeito seu. Esse alívio costuma ser o primeiro, e ele desmonta boa parte da vergonha que você carrega há anos.

Você aprende vendo outra tentar

Ela conta o que fez, o que deu certo e o que não deu. Você aprende com o caminho dela sem precisar ser a primeira a arriscar — e chega na sua vez sabendo mais do que sabia.

Em grupo, vocês encontram mais respostas

Os pensamentos sabotadores se repetem de uma mulher para outra. Somando diferentes visões, o grupo enxerga com mais clareza e encontra mais alternativas e soluções do que uma pessoa sozinha.

Você vê alguém alguns passos à frente

Quando uma mulher do grupo avança em uma dificuldade que você também enfrenta, a mudança deixa de ser uma promessa e passa a ser uma possibilidade real para você.

Você aparece no seu tempo

Você é reservada e não gosta de se expor: evita foto, evita convite. No grupo você treina isso — liga a câmera, fala quando se sentir pronta, aparece um pouco mais a cada semana. E lá fora vai ficando menos difícil.

Você desenvolve habilidades sociais

Recusar o prato que insistem em te servir. Pedir que certas comidas não entrem em casa. Pôr limite em quem comenta o seu corpo. Isso se pratica no grupo e aparece na mesa de domingo.

Dois grupos, necessidades diferentes

Qual caminho conversa com o que você vive hoje?

Os dois grupos têm a mesma condução e o mesmo método. O que muda é o foco clínico e a duração: doze encontros no primeiro, vinte no segundo.

Grupo 01

Obesidade e comer emocional

12 encontros semanais · cerca de 5 meses

Para mulheres presas no ciclo de dieta, recaída e recomeço, que descontam na comida o que o dia trouxe e vivem em guerra com o próprio corpo.

O QUE TRABALHAMOS AO LONGO DOS ENCONTROS

O foco não é uma promessa de número na balança, e sim ampliar a sua autonomia e construir outra relação com escolhas, emoções e corpo.

Grupo 02

Transtornos alimentares

20 encontros semanais · cerca de 6 meses

Para mulheres que perdem o controle sobre o comer, escondem o quanto comeram de quem mora junto e carregam culpa e segredo em volta disso.

O QUE TRABALHAMOS AO LONGO DOS ENCONTROS

A indicação depende de avaliação. Alguns quadros pedem atendimento individual ou cuidado multidisciplinar — a segurança clínica vem antes da formação da turma.

12 ou 20 encontros

conforme o grupo

90 minutos

por encontro

Online, ao vivo

de onde você estiver

Turmas fechadas

mais vínculo e segurança

12 ou 20 encontros

conforme o grupo

90 minutos

por encontro

Online, ao vivo

de onde você estiver

Turmas fechadas

mais vínculo e segurança

No grupo, você não recebe só a leitura da terapeuta. Você reconhece caminhos possíveis na experiência de quem entende essa dor por dentro.

Uma combinação entre as técnicas da TCC e os processos terapêuticos que só a convivência em grupo produz.

Cuidado desde antes do primeiro encontro

Como você entra no grupo

Entre a sua candidatura e o primeiro encontro existem quatro passos, e todos servem à mesma coisa: formar uma turma coesa em que as mulheres se reconhecem umas nas outras.

1

Você se candidata

Preenche o formulário contando um pouco do seu momento e qual dos dois grupos parece descrever melhor o que você vive. Leva uns três minutos.

2

A gente conversa antes

Uma sessão individual comigo, antes de qualquer decisão. É quando eu entendo o seu caso e defino, por critério técnico, se o grupo terapêutico é o caminho certo para você e em qual dos dois você se encaixa melhor.

3

Fica tudo combinado

É quando eu explico como o grupo funciona: sigilo, política de faltas, como é a participação em cada encontro. Você chega ao primeiro dia com tudo combinado.

4

A turma começa

A turma é fechada: as mesmas mulheres do primeiro ao último encontro, uma vez por semana, 90 minutos, ao vivo. Entre um encontro e o outro, você tem material de apoio e exercícios.

O que trava a decisão

As seis coisas que eu mais escuto de quem pensa em entrar

Se você chegou até aqui, é provável que pelo menos uma dessas frases já tenha passado pela sua cabeça.

O que costumam me dizer

“Terapia é para quem pode pagar.”

O que eu respondo

Conduzir um grupo terapêutico exige formação técnica específica, que no meu caso se soma a anos de experiência nestes tipos de grupos dentro de empresas. A abordagem é própria e amplamente amparada por pesquisas científicas, e todos os recursos que só existem num grupo são trabalhados em favor de cada participante. Um deles é o compartilhamento dos custos. O gasto menor é uma vantagem colateral, e muito bem-vinda.

O que costumam me dizer

“Eu já sei o que tenho que fazer. O problema é fazer.”

O que eu respondo

Saber o que fazer e conseguir fazer são duas coisas diferentes, e o que fica no meio tem nome: habilidades para o dia a dia: o que fazer quando o cansaço chega, quando alguém insiste com o prato, quando o dia deu errado. Habilidade se aprende e se treina, e depois de treinada funciona também nos dias em que você não está com vontade nenhuma. Você não precisa estar com vontade toda semana. Precisa aparecer.

O que costumam me dizer

“Já tentei de tudo. Não vai ser diferente.”

O que eu respondo

Terapia é um nome grande e abriga trabalhos bem diferentes entre si. O trabalho aqui é estruturado: tema definido em cada encontro, foco no comportamento alimentar e prática entre uma semana e outra. É bem possível que você nunca tenha feito exatamente isso.

O que costumam me dizer

“Eu nunca vou conseguir me abrir na frente de estranhas.”

O que eu respondo

Costuma acontecer o contrário. Sempre há alguém que se dispõe a falar primeiro — e ver essa pessoa contar o que dói, sem ser julgada, é o que destrava as demais. Ninguém é obrigada a falar antes de se sentir pronta, e nas primeiras semanas quase todas falam pouco.

O que costumam me dizer

"Já fiz terapia e não resolveu."

O que eu respondo

Terapia é um nome grande e abriga trabalhos bem diferentes entre si. O trabalho aqui é estruturado: tema definido em cada encontro, foco no comportamento alimentar e prática entre uma semana e outra. É bem possível que você nunca tenha feito exatamente isso. E às vezes a psicoterapia precisa caminhar junto com uma equipe multidisciplinar, o que não é fracasso, é a indicação certa.

O que costumam me dizer

“É só juntar umas pessoas numa videochamada.”

O que eu respondo

A composição de um grupo é decisão técnica, não questão de quem se inscreveu e tem horário livre. Grupos que funcionam reúnem pessoas com demandas parecidas. Por isso existe entrevista antes: uma participante no grupo errado prejudica o próprio tratamento e o das outras.

Um destes grupos é para você se:

  • Você se reconheceu em pelo menos uma daquelas seis frases lá do começo
  • Já tentou sozinha muitas vezes e quer tentar acompanhada, com método
  • Topa aparecer toda semana, inclusive nas em que não estiver com vontade
  • Está disposta a ligar a câmera e ser vista por outras mulheres
  • Quer entender o que sustenta o seu padrão, e não receber mais uma lista de regras
  • Aceita passar por uma avaliação individual antes, e ouvir uma indicação diferente se for o caso
  • Já é acompanhada por médico, nutricionista ou psiquiatra — o grupo soma a esse cuidado

Nenhum dos dois é para você se:

  • O seu quadro pede, neste momento, um cuidado mais próximo do que um grupo semanal oferece — atendimento individual ou acompanhamento mais intensivo antes de qualquer trabalho em grupo
  • Existe um risco à sua saúde que peça cuidado imediato
  • Você está em tratamento de anorexia nervosa, que não é conduzido em grupo
  • Você já emagreceu e o que te preocupa hoje é a manutenção e o medo do reganho — para isso existe um trabalho específico, e a gente pode conversar sobre ele

É para isso que existe a avaliação individual antes da entrada. Se eu concluir que o grupo não é o melhor caminho para você agora, eu vou te dizer isso com clareza e indicar o que faz sentido — mesmo que não seja comigo.

Quem conduzirá os encontros

Cristiane Martins

Psicóloga Clínica · CRP 06/53075

Há mais de vinte anos eu atendo mulheres que convivem com obesidade, transtornos alimentares e sofrimento com o próprio corpo. Já ouvi milhares de vezes a frase “achei que era só eu” — e é justamente por isso que eu resolvi montar estes grupos.

O meu trabalho é baseado em Terapia Cognitivo-Comportamental. Na prática, isso quer dizer que a gente não fica só entendendo por que você faz o que faz: você sai de cada encontro com algo concreto para testar na sua semana.

Eu conduzo os dois grupos pessoalmente, do começo ao fim, e faço a avaliação individual de cada participante. Você não vai ser atendida por uma equipe nem por alguém que eu treinei.

Quem conduzirá os encontros

Cristiane Martins

Psicóloga Clínica · CRP 06/53075

Há mais de vinte anos eu atendo mulheres que convivem com obesidade, transtornos alimentares e sofrimento com o próprio corpo. Já ouvi milhares de vezes a frase “achei que era só eu” — e é justamente por isso que eu resolvi montar estes grupos.

O meu trabalho é baseado em Terapia Cognitivo-Comportamental. Na prática, isso quer dizer que a gente não fica só entendendo por que você faz o que faz: você sai de cada encontro com algo concreto para testar na sua semana.

Eu conduzo os dois grupos pessoalmente, do começo ao fim, e faço a avaliação individual de cada participante. Você não vai ser atendida por uma equipe nem por alguém que eu treinei.

Perguntas frequentes

Talvez você esteja pensando…

A pesquisa em Terapia Cognitivo-Comportamental em grupo vem desde os anos 1970 e mostra resultados consistentes para várias demandas — inclusive compulsão alimentar, bulimia e obesidade. Para algumas questões o grupo chega a ser o formato mais indicado, porque oferece o que a terapia individual não tem. São formatos com forças diferentes, e um não exclui o outro.

Você compartilha o que quiser, no ritmo que quiser. Ninguém é obrigada a falar, e ninguém precisa dizer quanto pesa, que número de roupa usa ou contar o histórico para participar. O que se constrói no grupo é confiança — e confiança não se produz por obrigação.

Timidez não é impedimento. Nas primeiras semanas quase todas falam pouco, e isso é esperado. A minha função é abrir espaço para quem fala menos e conter quem ocuparia a sessão inteira, para que funcione para todas.

Não. Se motivação fosse o requisito, quase ninguém começaria — e é justamente esperar pela vontade que faz o recomeço adiar para sempre. O que o grupo pede é presença: aparecer toda semana, inclusive nos dias em que você não quer. A estrutura e as outras participantes seguram o resto.

Pode, e isso não é julgado aqui. A decisão sobre medicação é sua e do seu médico, e não invalida nada do que você está fazendo. O trabalho no grupo é sobre o comportamento e a relação com a comida — que continua existindo com ou sem medicação, e que é justamente o que costuma decidir o que acontece depois que ela é suspensa.

Fica. O sigilo é uma regra combinada e assumida por todas antes do primeiro encontro, e é condição para permanecer no grupo. Como psicóloga, eu estou vinculada ao sigilo profissional previsto no Código de Ética.

Pode acontecer, geralmente por volta da quarta ou quinta semana, e não é sinal de que não está funcionando. É uma fase conhecida do processo grupal. Eu preparo a turma para isso antes, para que ninguém desista às vésperas da parte que mais rende.

Pode, e em muitos casos os dois se complementam bem. A gente conversa sobre isso na avaliação, e, se você preferir, eu me coloco à disposição para alinhar com a profissional que já te acompanha.

Não. A psicoterapia trabalha os aspectos emocionais, cognitivos e comportamentais. Conforme o caso, o cuidado pode precisar ser integrado ao acompanhamento médico, nutricional ou psiquiátrico.

Você indica no formulário qual descreve melhor o seu momento, mas a definição acontece na avaliação individual. É comum haver sobreposição entre os dois quadros, e essa escolha é uma decisão clínica que fazemos juntas.

Porque a composição de um grupo é decisão técnica. Grupos que funcionam reúnem pessoas com demandas parecidas — é isso que faz você se reconhecer nas outras. Uma participante no grupo errado prejudica o próprio processo e o das demais.

A turma é fechada e o conteúdo é sequencial, então a presença regular importa. Faltas acontecem, e nesses casos eu envio o material e retomamos os pontos essenciais. Ainda assim, participar exige compromisso real com todas as semanas do grupo — a política de faltas fica combinada antes de você entrar.

Sim, durante os encontros. O trabalho em grupo depende de ver e ser vista: boa parte do que acontece ali passa por expressão, reação e presença. Isso é combinado antes de você entrar.

Os encontros são ao vivo, por videochamada. É o que permite reunir mulheres de cidades diferentes com o mesmo perfil de demanda. O atendimento psicológico online é regulamentado no Brasil e é a modalidade em que eu já atendo.

O investimento e as formas de pagamento são apresentados na avaliação individual, junto com a proposta completa de trabalho. Assim você decide com o quadro inteiro à vista, e não a partir de um número solto.

Não. É uma candidatura a uma vaga. O próximo passo é a avaliação individual, e só depois dela existe uma decisão de entrar ou não — sua e minha.

As vagas de cada turma são limitadas

Sua primeira decisão não precisa ser entrar no grupo. Pode ser só descobrir se ele faz sentido para você.

Preencha a candidatura e eu entro em contato para agendarmos a sua avaliação individual. Não se preocupe com o horário — eu mesma respondo, assim que puder.

Leva cerca de 3 minutos. Suas respostas são confidenciais e vistas apenas por mim.